domingo, 7 de maio de 2023

Reposição do déficit hídrico é a urgente necessidade na cidade

 

Reposição do déficit hídrico é a

urgente necessidade na cidade



Árvore simbolo, IPE Amarelo é uma das referências.

 

Não é de hoje que, há anos, a nossa arborização urbana vem ampliando as suas carências cada vez  a mais em nossas áreas verdes. No perímetro da área  central, as ausências são ainda mais acentuadas. “Interiores e até canteiros centrais e até mesmo em praças”, avalia o secretário municipal de Meio Ambiente,  Eugênio Dutra.  O atual período, dos meses de maio e de junho motivam ações a serem implementadas.


A dura constatação de três anos de La Liña e de secura inclementes impõem cenário caótico. “A falta de sombras, sem a cobertura vegetal, as temperaturas ampliam-se de cinco a seis graus”, constata o secretário. Uma das culturas é manter áreas livres as calçadas e ruas. Levantamento sobre o déficit de árvores impõe um estudo urgente e providencial.  É preciso  identificar o número de espécies que faltam em áreas urbanas de São Borja, com o objetivo de definir um plano racional para aumentar  toda cobertura vegetal da cidade.


A meta é fazer um estudo das espécies mais adequadas para o plantio e manejo de cultura. Saber, identificar e  priorizar em cada região, também têm de identificar as principais necessidades e suas  diferentes  características.  


Diz o secretário que, em experiência iniciou no ano passado e colocou em prática um projeto-piloto.  “Foi um aprendizado muito valioso, mas a meta é ampliar ações e ampliações”, informa. A iniciativa é um trabalho mais abrangente para toda  a área urbana, planeja.


A meta, além da Prefeitura, a ação tem como finalidade realizar um trabalho multisetorial. Por essa razão, serão parceiros Conselho Municipal de Desenvolvimento Municipal, Emater, Corsan e Universidade Estadual do Rio Grande do Sul. Outras instituições não governamentais, públicas e privadas também serão convidadas a fazer parte de ações no mesmo sentido.

quarta-feira, 3 de maio de 2023


 

 

 

SOLIDARIEDADE ‘HERMANA’

 





 


 

Não é falta de assunto; é preocupação, é mesmo de empatia.  É de solidariedade com nossos os ‘hermanos’. A  situação na Argentina vive uma situação dramática. O portal g1 só reforça um quadro cada vez mais caótico. Desde 1929 – força-motriz agropecuária – principal referência econômica enfrenta a pior crise até aqui.  Safras agrícolas  dizimadas, um terço da população passa a fome, inflação está entre 6 e 8% entre abril e maio, superando os 100% anuais. A favelização avança, , os dólares e pesos ‘derretem’.  O presidente Alberto Fernandez desiste de ser candidato à esquerda;  direita amplia as chances como solução. Há tempos como agora, nunca a Argentina nunca estava tão  ruim como agora. A data de 13 de agosto, dia de eleições primeiras , será momento decisivo. Qual será a solução? Brasil quer ajudar. Tem como?

segunda-feira, 1 de maio de 2023

CONJUNTURA E FUTURO




 

Como será desafio do

 trabalho no planeta?




 





 

Especialmente com a Revolução Industrial,  a partir do século 18 , acirram-se disputas entre   capital e trabalho. Neste contexto, potencializa-se, simultaneamente, o Novo Colonialismo com as finalidades expansionistas. Do maior enfrentamento surgiu, cada vez mais, o contraponto entre ideólogos. De um lado, duelam entre liberais, fomentando  capital e os investimentos: de outro modo, surgem progressos  materiais e consumistas, por demandas aquecidas, contudo,  distorções einjustiças sociais.

Simultaneamente, outra questão   relevante: que tamanho real precisa ter o Estado? Deve ser macro e estatizante ou um mínimo ou  restritivo, apenas para atender às  socioeconômicas essenciais. Eis que se trata de um dilema de difícil equacionamento.

O comunismo não se revelou assertivo  entre teoria e prática. Em relação ao capitalismo, há quem veja como um modelo já sob exaustão. O socialismo segue aparece com reservas e incompletudes.  Há algum formato à disposição nas prateleiras no mercado está à disposição?    Pensadores políticos e das teorias e teses  econômicas são capazes de viabilizar tais soluções e encruzilhadasadas?

 Mantém-se um mundo polarizado – e não só entre capital e  trabalho. Também uma nova Guerra Fria é ameaça à paz mundial, diante de conflitos de embates de toda a ordem? Guerras bélicas, econômicas,  de sustentabilidade ambiental e do enfrentamento da  fome, são apenas  exemplos. Eis que são muitos os, futuros de  incertezas nos esperam.

 A educação é vista como a principal  agente força motriz transformadora, mas  só experiências são se relevam como  situações pontuais bem-sucedidas. Difícil é implementar alternativas efetivas e globais cono espectro e tarefa planetários palatáveis. As revoluções tecnológicas em tempo real e mudanças de toda ordem entre as gigantes das big techs são a solução ou o agravamento de problemas?  Profissões atuais  historicamente consolidadas,  desaparecerão?  Outras virão em novos horizontes do trabalho?

Como será o futuro do nosso trabalho e dos trabalhadores? Como será o futuro da humanidade - em relação a questões das soluções das desigualdades?  Como enfrentar as injustiças, a salvação do planeta, a erradicação da fome crescente?

Se a Revolução Industrial no século 18 levou a acirramentos de disputas entre capital e trabalho, todavia também  houve significativas transformações e uma vida mais longa. Neste contexto, se as diferentes ideologias liberais e conservadoras remetem  a contrapontos  entre áreas sociais e econômicas, entretanto promovem  uma simbiose de caldos de culturas, com o desafio de fundir diferentes diretrizes.

Ao mesmo tempo, em meio a posições marcadas por polêmicas,  surgiram  - mais uma pergunta – o tamanho que precisamos. É possível nem hoje e nem em outros dos amanhãs encontraremos as respostas.

Diante disso, surge a óbvia a indagação: existe um formato adequado para a organização política e econômica para atender  à sociedade? Será que os pensadores são capazes denos entregar as soluções viáveis? Ou tudo não passará  de utopias?

Pensar o futuro, sim, é importante, mas como questão mais urgentes teremos  vencer, antes, os muitos déficits existentes e a serem sanados, a começar pela Covid-19 e uma beligerância em uma humanidade que não se entende. Recursos econômico-financeiros, avanços tecnológicos, expertises e inteligências artificiais temos engenharia e condições temos de condições as temos de sobra. Resta se é efetiva vontade política plena e determinada para salvar a comunidade mundial!