Reposição
do déficit hídrico é a
urgente necessidade
na cidade
Não é
de hoje que, há anos, a nossa arborização urbana vem ampliando as suas carências
cada vez a mais em nossas áreas verdes. No
perímetro da área central, as ausências
são ainda mais acentuadas. “Interiores e até canteiros centrais e até mesmo em
praças”, avalia o secretário municipal de Meio Ambiente, Eugênio Dutra. O atual período, dos meses de maio e de junho
motivam ações a serem implementadas.
A dura
constatação de três anos de La Liña e de
secura inclementes impõem cenário
caótico. “A falta de sombras, sem a cobertura vegetal, as temperaturas ampliam-se
de cinco a seis graus”, constata o secretário. Uma das culturas é manter áreas livres
as calçadas e ruas. Levantamento sobre o déficit de árvores impõe um estudo
urgente e providencial. É preciso identificar o número de espécies que faltam em
áreas urbanas de São Borja, com o objetivo de definir um plano racional para
aumentar toda cobertura vegetal da
cidade.
A meta
é fazer um estudo das espécies mais adequadas para o plantio e manejo de cultura.
Saber, identificar e priorizar em cada região,
também têm de identificar as principais necessidades e suas diferentes
características.
Diz o
secretário que, em experiência iniciou no ano passado e colocou em prática um projeto-piloto. “Foi um aprendizado muito valioso, mas a meta
é ampliar ações e ampliações”, informa. A iniciativa é um trabalho mais
abrangente para toda a área urbana,
planeja.
A meta, além da Prefeitura, a ação tem como finalidade realizar um trabalho multisetorial. Por essa razão, serão parceiros Conselho Municipal de Desenvolvimento Municipal, Emater, Corsan e Universidade Estadual do Rio Grande do Sul. Outras instituições não governamentais, públicas e privadas também serão convidadas a fazer parte de ações no mesmo sentido.
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