Como será desafio do
trabalho no planeta?
Especialmente
com a Revolução Industrial, a partir do
século 18 , acirram-se disputas entre capital e trabalho. Neste contexto,
potencializa-se, simultaneamente, o Novo Colonialismo com as finalidades expansionistas.
Do maior enfrentamento surgiu, cada vez mais, o contraponto entre ideólogos. De
um lado, duelam entre liberais, fomentando capital e os investimentos: de outro modo, surgem
progressos materiais e consumistas, por demandas
aquecidas, contudo, distorções einjustiças
sociais.
Simultaneamente,
outra questão relevante: que tamanho real precisa ter o
Estado? Deve ser macro e estatizante ou um mínimo ou restritivo, apenas para atender às socioeconômicas essenciais. Eis que se trata
de um dilema de difícil equacionamento.
O
comunismo não se revelou assertivo entre
teoria e prática. Em relação ao capitalismo, há quem veja como um modelo já sob
exaustão. O socialismo segue aparece com reservas e incompletudes. Há algum formato à disposição nas prateleiras no
mercado está à disposição? Pensadores políticos e das teorias e teses econômicas são capazes de viabilizar tais soluções
e encruzilhadasadas?
Mantém-se um mundo polarizado – e não só entre
capital e trabalho. Também uma nova
Guerra Fria é ameaça à paz mundial, diante de conflitos de embates de toda a
ordem? Guerras bélicas, econômicas, de sustentabilidade
ambiental e do enfrentamento da fome,
são apenas exemplos. Eis que são muitos
os, futuros de incertezas nos esperam.
A educação é vista como a principal agente força motriz transformadora, mas só experiências são se relevam como situações pontuais bem-sucedidas. Difícil é
implementar alternativas efetivas e globais cono espectro e tarefa planetários palatáveis.
As revoluções tecnológicas em tempo real e mudanças de toda ordem entre as
gigantes das big techs são a solução ou o agravamento de problemas? Profissões atuais historicamente consolidadas, desaparecerão? Outras virão em novos horizontes do trabalho?
Como
será o futuro do nosso trabalho e dos trabalhadores? Como será o futuro da
humanidade - em relação a questões das soluções das desigualdades? Como enfrentar as injustiças, a salvação do
planeta, a erradicação da fome crescente?
Se a Revolução Industrial no século 18 levou a acirramentos
de disputas entre capital e trabalho, todavia também houve significativas transformações e uma vida
mais longa. Neste contexto, se as diferentes ideologias liberais e
conservadoras remetem a contrapontos entre áreas sociais e econômicas, entretanto promovem uma simbiose de caldos de culturas, com o
desafio de fundir diferentes diretrizes.
Ao mesmo tempo, em meio a posições marcadas por
polêmicas, surgiram - mais uma pergunta – o tamanho que
precisamos. É possível nem hoje e nem em outros dos amanhãs encontraremos as
respostas.
Diante
disso, surge a óbvia a indagação: existe um formato adequado para a organização
política e econômica para atender à
sociedade? Será que os pensadores são capazes denos entregar as soluções
viáveis? Ou tudo não passará de utopias?
Pensar o
futuro, sim, é importante, mas como questão mais urgentes teremos vencer, antes, os muitos déficits existentes e
a serem sanados, a começar pela Covid-19 e uma beligerância em uma humanidade que
não se entende. Recursos econômico-financeiros, avanços tecnológicos,
expertises e inteligências artificiais temos engenharia e condições temos de
condições as temos de sobra. Resta se é efetiva vontade política plena e
determinada para salvar a comunidade mundial!

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