A
Secretaria Municipal do Meio Ambiente, ligada à pasta da Agricultura, está lançando apelo para que a comunidade amplie em São Borja a sua contribuição no
sentido de que a reciclagem de materiais possa ser ampliada. A ação inicial, no ambiente doméstico ou
empresarial, é proceder a seleção dos resíduos do chamado lixo seco, conforme o tipo. Uma vez realizado acondicionamento e a separação do chamado lixo úmido (orgânico),
os materiais a serem reaproveitados são então recolhidos pela empresa
responsável pela coleta urbana.
O prefeito Eduardo Bonotto
destaca que tal iniciativa, “além da relevante contribuição que
representa ao meio ambiente, tem, ao mesmo
tempo, importância social fundamental”. A estimativa, conforme ele, é que,
atualmente, pelo menos 20 famílias gerem renda como recicladoras, e o número
deve aumentar. Já o secretário Eugênio
Dutra ressalta que “os são-borjenses, através do projeto Reciclar, precisam colocar em prática a saudável
política dos três “Rs”. Consiste em Reduzir o lixo, Reaproveitar e Reciclar.
Como exemplos de materiais que podem ser separados para reciclagem estão
secos, papelão, jornal, latas,
garrafas pet, e caixas de leite, eletrodomésticos e eletroeletrônicos em
descarte assim como todos os demais resíduos similares.
A empresa Eco Verde, atual concessionária para os serviços de coleta, tem
escala definida dos dias para os recolhimentos.
Nas segundas feiras, o lixo seco é recolhido no bairro do Passo, a
partir do rio Uruguai até a rua Campo
Osorio, de acesso ao Jokey Club. Nas
sextas-feiras o serviço é realizado a
partir da Campo Osório até a rua Borges do Canto. Já aos sábados é a vez da
região entre a Borges do Canto até a rua
Engenheiro Manoel Luiz Fagundes, na área
central.
Nas terças-feiras o lixo seco para reciclagem é recolhido da
Engenheiro Manoel Fagundes até a Estação
Rodoviária, na região sul da cidade. Na
área central a coleta é feita
diariamente.
Os materiais recicláveis são levados a um depósito em instalações do
antigo Giama, no bairro do Passo. No local, ocorre triagem do materiais
recolhidos, para a posterior
reutilização. Eugênio Dutra destaca que, “com a ação, ganham o município e o meio
ambiente, mas principalmente as famílias que, com seu trabalho, têm mais uma
fonte de renda”.

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