Secretaria do Meio Ambiente trabalha
para reaproveitar óleo de cozinha
A Secretaria Municipal da Agricultura
e Meio do Ambiente está formatando, em fase final, a implementação de mais uma
campanha com o apoio da comunidade. A iniciativa, agora, tem como finalidade
conscientizar os são-borjenses sobre a importância do descarte correto do óleo
de cozinha depois de sua utilização em casa ou estabelecimentos da área de
gastronomia. A ação é no sentido de que esse óleo não seja jogado,
aleatoriamente, no meio ambiente, mas que levado a um ponto específico de
recolhimento, para posterior reaproveitamento.
O secretário titular da pasta,
Eugênio Dutra (foto), ressalta que “é solicitada uma atitude simples, mas de
resultados significativos e um relevante caráter pedagógico”. Observa que toda
a sobra de olho, uma vez consumido nas residências, nos restaurantes ou nas
lanchonetes, por exemplo, pode ser temporariamente guardada e depois levada a
depósito definido pela secretaria. Um desses depósitos já acertados - é um
tonel colocado à disposição pelo Star Bar, estabelecimento no Cais do Porto, e
que está disposto a participar da parceria.
Eugênio Dutra ressalta que “o
primeiro benefício é deixar de poluir o meio ambiente, evitando ainda que o
material descartado sem os devidos cuidados contamine o até mesmo algum curso
d’água. “Além disso, esse descarte incorreto pode se transformar em criadouro
de baratas e outros insetos, sendo mais um risco à saúde pública”. O secretário
lembra que óleo já utilizado na cozinha pode ser reaproveitado para virar
matéria-prima, para a produção de sabão ou de detergente. “Temos a informação
de que muitas pessoas conseguem, através dessa prática, viabilizar mais uma
fonte de renda”, diz.
Do mesmo modo, o prefeito Eduardo
Bonotto apoia a iniciativa. “É uma ação tão salutar e recomendada como fazer a
coleta seletiva do lixo e ganhar algum dinheiro através da reciclagem”, lembra.
No caso da ampliação do serviço de reciclagem, a Secretaria do Meio Ambiente
também está com campanha em andamento. As diversas áreas da cidade têm dias
específicos de recolhimento e, depois disso, trabalham no processo de reaproveitamento
ou comercialização dos materiais.

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