Febre amarela coloca em
alerta Saúde
em São Borja
Em meio às preocupações e campanhas de
vacinação contra a Covid-19 e a gripe, também a febre amarela volta a colocar em
alerta as autoridades da área de Saúde no Rio Grande do Sul. No Estado, um caso da doença pelo menos já
foi confirmado, além de várias situações suspeitas. Em São Borja, dois bugios foram encontrados
mortos, sendo a febre amarela uma das possíveis causas. Os bugios são um dos
principais hospedeiros da doença.
O Serviço de Vigilância, ligado à
Secretaria Municipal de Saúde, pede que a população se mantenha atenta a
qualquer anormalidade. A veterinária Janaina Leivas orienta que, uma vez
encontrados bugios mortos, o fato tem de ser comunicado em no máximo oito horas
às autoridades sanitárias. Em situações
desse tipo são retiradas as vísceras dos animais para o exames do material em
laboratório.
Outra recomendação é no sentido de que a
população não se descuide em relação à vacina de proteção. Em crianças, devem ser aplicadas duas doses
de prevenção à febre - aos nove meses e aos quatro anos. Em relação aos adultos
e mesmo crianças a partir dos cinco anos, podem se vacinar em qualquer idade,
caso não tiverem carteira de controle. A
dose de imunização é aplicada na Central de Vacinas, no antigo hospital São
Francisco. A diretora da unidade, Caren Vidal, ressalta que o local funciona
nos turnos da manhã e da tarde.
A
febre amarela do tipo urbano é contraída por um vírus e transmitida pelo
mosquito Aedes aegypti, o mesmo que causa dengue, chikungunya e zika
Geralmente, quem contrai o vírus não chega a apresentar sintomas ou os mesmos
são muito leves. As primeiras manifestações da doença são febre alta,
calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de
três dias.

Nenhum comentário:
Postar um comentário