segunda-feira, 9 de agosto de 2021

VIGILÂNCIA REDONRADA


 

Febre amarela coloca em

alerta Saúde em São Borja

 

         Em meio às preocupações e campanhas de vacinação contra a Covid-19 e a gripe, também a febre amarela volta a colocar em alerta as autoridades da área de Saúde no Rio Grande do Sul.  No Estado, um caso da doença pelo menos já foi confirmado, além de várias situações suspeitas.  Em São Borja, dois bugios foram encontrados mortos, sendo a febre amarela uma das possíveis causas. Os bugios são um dos principais hospedeiros da doença.

        O Serviço de Vigilância, ligado à Secretaria Municipal de Saúde, pede que a população se mantenha atenta a qualquer anormalidade. A veterinária Janaina Leivas orienta que, uma vez encontrados bugios mortos, o fato tem de ser comunicado em no máximo oito horas às autoridades sanitárias.  Em situações desse tipo são retiradas as vísceras dos animais para o exames do material em laboratório.

      Outra recomendação é no sentido de que a população não se descuide em relação à vacina de proteção.  Em crianças, devem ser aplicadas duas doses de prevenção à febre - aos nove meses e aos quatro anos. Em relação aos adultos e mesmo crianças a partir dos cinco anos, podem se vacinar em qualquer idade, caso  não tiverem carteira de controle. A dose de imunização é aplicada na Central de Vacinas, no antigo hospital São Francisco. A diretora da unidade, Caren Vidal, ressalta que o local funciona nos turnos da manhã e da tarde.

            A febre amarela do tipo urbano é contraída por um vírus e transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo que causa dengue, chikungunya e zika Geralmente, quem contrai o vírus não chega a apresentar sintomas ou os mesmos são muito leves. As primeiras manifestações da doença são febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias.

 

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